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Mostrando postagens de novembro, 2017

Vida das mulheres é moeda de troca no Congresso,diz médico sobre aborto

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Amanda Perobelli O médico Jefferson Drezett, do hospital Pérola Byington; ginecologista coordena atendimento no SUS Mais opções Por 40 dias, o ginecologista Jefferson Drezzet acompanhou à distância uma vigília contra o  aborto em frente ao hospital Pérola Byington, em São Paulo, onde trabalha. No mesmo período, fez 40 interrupções legais de gravidez. "Não foi de propósito. Mas não reagimos a nenhum tipo de pressão", diz o médico, que há 26 anos coordena o principal serviço de atendimento, no SUS, a mulheres vítimas de estupro que buscam aborto permitido por lei. Se os protestos fora do hospital não assustam, o mesmo não vale para projetos que avançam no Congresso e que visam  endurecer as regras contra o procedimento . É o caso, por exemplo, da  PEC 181 , aprovada em comissão especial na Câmara. Para ele, a iniciativa, que altera a Constituição para determinar que a vida "começa na concepção", pode colocar o Brasil na lista de países mais conservadores do mundo e au...

Equipe do OHlhos participa de congresso internacional

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Os especialistas do Hospital de Olhos Dr Ricardo Guimaraes, Dr. Fábio Pupo e Dr. Leonardo Tibúrcio participaram do 35º Congresso da Sociedade Europeia de Catarata e Cirurgia Refrativa (ESCRS), em Lisboa, Portugal. O congresso reuniu profissionais renomados para cursos e palestras na área de catarata e cirurgia refrativa, apresentando cases e novas tecnologias para cirurgia, como a inovadora técnica Smile para correção de miopia e astigmatismo, na qual o HOlhos é pioneiro em Minas Gerais.

Temer proibirá a abertura de novos cursos de medicina no Brasil

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O presidente vai decretar uma moratória para proibir a abertura de novos cursos de medicina no Brasl pelos próximos cinco anos Edifício da Faculdade de Medicina da UFMG PUBLICADO EM 17/11/17 - 14h54 DA REDAÇÃO O presidente Michel Temer vai decretar uma moratória para proibir a abertura de novos cursos de medicina no Brasil pelos próximos cinco anos. A informação é da coluna de Mônica Bergamo, da "Folha de S. Paulo". À coluna, o ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM-PE) confirmou a informação e disse que o decreto já está na mesa de Temer, esperando apenas a assinatura, que deve acontecer até o fim de 2017. "Há um clamor dos profissionais de medicina para que se suspenda por um período determinado a abertura de novas faculdades, em nome da preservação da qualidade do ensino", disse Mendonça à colunista. Os processos de abertura de novos cursos de medicina em andamento não serão afetados pelo decreto de Temer.

Veja 30 direitos em que ninguém pode mexer, mesmo com a reforma trabalhist

Reforma Trabalhista Um dos principais efeitos da reforma trabalhista é dar mais poder aos acordos feitos entre trabalhadores e patrões. Vários pontos das relações trabalhistas poderão ser negociados. Por exemplo: jornada de trabalho, intervalo de almoço e troca do dia dos feriados . Isso tem sido alvo de críticas de associações e órgãos como o Ministério Público do Trabalho, a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). Porém, nem tudo poderá ser negociado com o patrão. O texto da reforma trabalhista define 30 pontos específicos que não podem ser mudados por acordo, em hipótese alguma. Entre eles, estão: salário-mínimo; seguro-desemprego; 13º salário; folga semanal remunerada; número de dias de férias (com pagamento adicional de, pelo menos, 30% do salário); licença-maternidade e licença-paternidade. Veja abaixo a lista completa. Os 30 pontos que não podem ser negociados: O valor do salário mínimo, que é definido pelo governo a cada ano; ...